Amarone e os outros vinhos tintos da região de Valpolicella - por Adriana Grasso na allTV
0 comentários Postado por Adriana Grasso às 15:25No programa VINHOS do dia 10/05/2011 a apresentadora Adriana Grasso falou sobre Enoturismo na região italiana de Valpolicella, no Veneto, as particularidades na produção dos 4 principais vinhos tintos dessa área: o Valpolicella, o Valpolicella Superiore (Ripasso), o Recioto e o Amarone, e na Hora da Dica ela passou um vídeo com a explicação do significado de algumas palavras e frases encontradas nos rótulos dos vinhos italianos.
Para conferir como foi o programa, assista o vídeo abaixo:
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Processo de produção do vinho Amarone della Valpolicella
0 comentários Postado por Adriana Grasso às 11:34O programa VINHOS apresentado por Adriana Grasso na allTV, mudou de dia e horário. A partir desta semana ele será apresentado, ao vivo, todas as terças das 21 as 22 horas. O assunto do programa de amanhã será o vinho italiano Amarone della Valpolicella. Por enquanto fica aí um vídeo com o processo de produção do Amarone.
O programa é transmitido na Internet pelo site: http://www.alltv.com.br/. Quem quiser pode participar enviando perguntas ou dúvidas através do Chat do programa.
Então aguardo vocês amanhã (10/05/2011), as 21 horas, na allTV!
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A tradição desse espumante é tão grande que, em 1989, quando a revista L’Europeo publicou um artigo indicando os objetos que marcaram a vida dos italianos, colocou na capa: Swatch, Timberland, o carro Ferrari e o espumante Ferrari.
Tanto prestígio assim está atrelado a muita dedicação e paixão. E é da paixão que tem início a história secular da cantina. Giulio Ferrari conhecia muito suas terras e pode confiar nelas para alcançar o sonho da sua vida: criar entre as montanhas do Trentino um espumante único, original e especial.
Primeiro, ele se dedicou à produção de uvas que fossem adequadas ao seu projeto. Depois de obter sucesso nesse quesito, Giulio Ferrari procurou a perfeição na produção de espumante, usando uma prensagem mais delicada para as uvas; selecionando os levedos mais adequados e deixando a segunda fermentação ocorrer lentamente nas garrafas.
Nasceu assim, no ano de 1902, o primeiro espumante da cantina Ferrari. Giulio não estava atrás de sucesso; sua meta era alcançar um alto nível de qualidade para seu espumante, mas, com o tempo, os prêmios e o reconhecimento internacional apareceram.
Em 1952, Bruno Lunelli, proprietário de uma loja de vinhos, decidiu apostar no produto e assumiu a cantina Ferrari. Profundo conhecedor do setor, direcionou a cantina para o aumento da produção, sem perder a qualidade. O mercado mostrou que ele estava certo e o Ferrari se tornou um líder entre os espumantes produzidos com método clássico na Itália.
Com o passar dos anos, outros produtos foram introduzidos e agora a cantina oferece um leque maior de opções.
Alguns exemplos são:
Ferrari Brut
Feito somente com uvas Chardonnay. É produzido desde a fundação da cantina, em 1902. O espumante tem coloração amarelo-palha, com reflexos esverdeados. O aroma é intenso, com notas de maçã, flores do campo e casca de pão. O sabor é equilibrado e agradável.
Ferrari Maximum Brut
Espumante, criado principalmente para atender restaurantes, produzido num estilo que favorece sua utilização no acompanhamento de uma refeição. É produzido somente com uvas Chardonnay e sua fermentação na garrafa leva 36 meses. O Ferrari Maximum Brut é um espumante de coloração amarelo-palha, com aroma de frutas maduras, casca de pão e nozes, e sabor seco e harmonioso. Tem menor pressão de dióxido de carbono que os outros espumantes da cantina Ferrari.
Ferrari Rose
Espumante rose que começou a ser produzido em 1969 e leva 60% de uvas Pinot Nero e 40% de Chardonnay. A coloração é rosa brilhante. O aroma apresenta notas florais e frutadas – principalmente groselha e morango. O sabor é seco e delicado.
Ferrari Perlé
É um espumante com safra – que utiliza como base, vinhos produzidos com uvas Chardonnay dos melhores vinhedos da propriedade e provenientes de um mesmo ano. Passa por um período de espumantização na garrafa maior que os anteriores - 5 anos. O resultado é um espumante de coloração amarelo-palha com reflexos dourados. Aroma intenso e refinado com notas de amêndoas, maçã e casca de pão. O sabor é seco e elegante.
Ferrari Perlé Nero
Também um espumante com safra, mas feito somente de uvas Pinot Noir vinificadas em branco. O período da segunda fermentação é ainda maior que a versão com Chardonnay; leva 6 anos. O espumante gerado tem coloração amarelo dourado; o aroma é potente e complexo com notas frutadas, tostadas e minerais. O sabor é cremoso, elegante e permanece por muito tempo na boca.
Fonte: Coluna Vinhos e Muito Mais do portal ONNE
Rótulo dos vinhos italianos - Dica de Vinhos por Adriana Grasso
0 comentários Postado por Adriana Grasso às 11:42
Neste vídeo, Adriana Grasso explica algumas terminologias usadas nos rótulos dos vinhos italianos.
Nos anos 1960, a região da Lombardia passou por um surto de atividade na zona de Franciacorta, que atraiu vinicultores e investidores dispostos a mostrar ao mundo que a Itália é capaz de fazer espumantes de alta qualidade.
Sem dúvida, Franciacorta é hoje o ponto de referência dos espumantes italianos, com inúmeros exemplares de peso.
A qualidade de seus vinhos deve-se a vários fatores, entre eles o investimento considerável feito por muitos produtores; safras pequenas; tecnologia de última geração e muita dedicação.
O solo rochoso e impiedoso dos sopés alpinos, ao sul do Lago d'lseo, é propício ao cultivo de uvas de qualidade. A baixa fertilidade do solo - combinada com o clima continental e os frequentes nevoeiros da região - ajuda a criar um bom terroir para vinhos espumantes.
A região da Franciacorta compreende 19 municípios da província de Brescia: Adro, Brescia, Roe, Cazzago San Martino Cellatica, Coccaglio, Colônia, Corte Franca, Erbusco Gussago, Iseo, Monticelli Brusati, Ome, Paderno Franciacorta Paratico, Passirano, Provaglio, Rodengo-Saiano e Rovato.
A história da produção de vinhos na região é bem antiga. Um texto impresso em 1570, de autoria do médico Gerolamo Conforti, com o título Libellus de Vino Mordaci, fala da existência de um vinho cheio de borbulhas produzido em Brescia, e isto vem de muito tempo antes do aparecimento do Champagne, na França.
Embora ostentando uma longa história, o novo curso dos vinhos de Franciacorta teve início nos anos 1960. Os vinhos produzidos até aquela data eram consumidos na própria região. Surgiu então, naquele período, a necessidade de se encontrar uma nova identidade para os vinhos ali produzidos. E assim, dos estudos; experiência empresarial; investimentos de alguns homens corajosos e da vontade de se fazerem as coisas melhores, surgiu o atual fenômeno chamado Franciacorta.
Franciacorta é feito pelo método clássico e com tempos de produção bastante longos. A segunda fermentação, que acontece na própria garrafa, começa sete meses após a colheita, quando se acrescentam levedos e açúcar ao vinho-base, que é a mistura de vários vinhos. As uvas utilizadas podem ser Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Bianco, esta última num percentual máximo de 50%.
O período em que o vinho passa pela segunda fermentação e algumas particularidades vão determinar o tipo de Franciacorta, que pode ser:
- Franciacorta sem Safra: no mínimo, dezoito meses de fermentação na garrafa antes de ser colocado à venda
- Satèn sem Safra: vinte e quatro meses de fermentação na garrafa, sem adição de açúcar no final do processo. É produzido usando somente uvas brancas: Chardonnay e Pinot Bianco
- Rosé sem Safra: vinte e quatro meses de fermentação na garrafa, com o uso obrigatório da uva Pinot Nero
- Franciacorta com Safra: pelo menos trinta meses de fermentação na garrafa, com todos os vinhos usados para formar o vinho-base da mesma safra
- Franciacorta Riserva: no mínimo, sessenta meses de fermentação na garrafa
Outra postagem sobre o eFranciacorta no Blog "Vinhos Italianos por Adriana Grasso": http://vinhositalianos.blogspot.com/2009/09/franciacorta-vinho-tipico-da-lombardia.html
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Por ser um vinho branco, leve e pouco alcoolico, ele pode ser considerado uma ótima opção para o verão.
Características:
Uvas utilizadas: Vernaccia di San Gimignano (90% - 100%)
Vinho branco de cor amarelo-palha tendendo a dourado com o envelhecimento. Aroma fino, penetrante e característico.
O sabor é seco, harmonioso com um retro-gosto levemente amargo.
A graduação alcoólica mínima é de 11%, para o tipo Riserva, 11,5%.
Deve ser consumido jovem, de dois a quatro anos da safra.
Sobre a Uva Vernaccia di San Gimignano:
O nome do vinhedo e do vinho, Vernaccia di San Gimignano, tem sua origem muito remota.
Sua merecida fama vem sendo transmitida através dos séculos pela literatura e por documentos históricos.
Há relatos que a Uva Vernaccia foi introduzida em San Gimignano por volta de 1.200. Existem documentos datados de 1276 falando sobre o comércio do vinho banco produzido com ela nas redondezas de San Gimignano e em toda a Toscana.
Sua fama foi aumentando através dos anos chegando a ser referenciada, no século XV, como o vinho que fazia os papas pecarem e os nobres perderem a cabeça...
As referências continuaram com o passar dos anos. Em 1695, no anuário da cidade de San Gimignano, a Vernaccia era definida como um vinho branco delicadíssimo e como um dos melhores vinhos produzidos na Itália.
Saiba Mais:
O vinho, Vernaccia di San Gimignano, possui regulamentação DOC desde 1966. Ele passou a DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida) em 1993.
Sua zona de produção é reduzida aos arredores de San Gimignano. A altitude média dos vinhedos é de 280 m. A colheita é feita, geralmente, entre 15 de setembro e 15 de outubro e o rendimento máximo é de 9.000 kg/ha.
Mosaico de Fotos:
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Sangiovese di Romagna - Vinho Típico da Emilia-Romagna
0 comentários Postado por Adriana Grasso às 22:26Apesar de ser uma única região, os italianos que vivem na Emilia-Romagna costumam dizer que são da Emília, caso morem mais ao Norte ou próximo de Milão ou Romagna, caso estejam abaixo de Bologna, no Sudeste da região. As uvas predominantes também diferem - na Emília, reina a Lambrusco, e na Romagna, a Sangiovese.
A Uva Sangiovese desta região é um clone da Sangiovese encontrada na Toscana. Suas características organolépticas são muito variadas e vão de vinhos bem leves aos de boa estrutura. Seus grãos são menores, mas na mão dos melhores produtores de Romagna, produzem vinhos de alta qualidade que não ficam nada a dever em relação aos Toscanos.
Características
Uvas utilizadas: Sangiovese (85-100%)
Vinho tinto de cor vermelha rubi com reflexos roxos. O aroma é vinoso com notas de violetas. O sabor é seco harmonioso, ligeiramente tânico, com retro-gosto agradavelmente amargo.
Teor alcoólico baixo (12%).
A grande maioria deve ser consumida ainda jovem, em até quatro anos da safra.
O Sangiovese de Romagna também é comercializado na versão Novello, com graduação alcoólica mínima de 11% e que deve ser consumido em, no máximo, seis meses; na versão Superiore, com graduação alcoólica de pelo menos 0,5% a mais que o tradicional, passando por um período de envelhecimento obrigatório mínimo de seis meses; e na versão Riserva, com um período mínimo de envelhecimento obrigatório de dois anos - neste caso, o vinho pode ser consumido em até dez anos da safra.
Sobre a Uva Sangiovese
A Uva Sangiovese se tornou popular no final do século XVIII.
Há várias hipóteses sobre a origem de seu nome.
Diz uma lenda que os frades que habitavam o Monte Giove, na Colina de Santacangelo di Romagna cultivavam esta uva na região.
Durante a visita de um ilustre convidado, este se encantou pelo vinho oferecido e perguntou o nome da uva. Os frades ficaram num dilema, pois nunca tinham pensado em dar um nome para ela. Um deles, para salvá-los do constrangimento, inventou na hora o nome Sanguis di Jovis. A partir daí, o nome ficou Sanguis di Giove para fazer referência ao Monte onde habitavam - alguns anos depois, o nome evoluiu para Sangiovese.
Saiba mais
Sangiovese di Romagna foi o primeiro vinho tinto da região a obter Denominação de Origem Controlada (DOC). Ele possui esta regulamentação desde 1967.
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A Uva Gewürztraminer é especial sob muitos aspectos. A sua presença nos vinhos é facilmente reconhecida devido às suas características aromáticas. É capaz de produzir vinhos brancos de grande estrutura e cor amarelo-dourado e aroma muito intenso, frutado, floral e herbáceo, com notas de frutas tropicais, rosa, flores de acácia e especiarias. O gosto exprime um bom equilíbrio com base em suas notas frescas e minerais.
Devido a estas características, é necessário muito cuidado com sua vinificação para não gerar um vinho exageradamente aromático. Desta forma, produzir um bom vinho Gewürztraminer é uma arte reservada para poucos produtores...
Acredita-se que a Uva Gewürztraminer deriva da Traminer, originária da Região de Termeno, no Tirol. Hoje ela pode ser considerada internacional - encontramos vinhos produzidos com ela em vários países. Os mais famosos são os da Alsácia, na França, do Alto Adige, na Itália, e os do Reno, na Alemanha.
Características
Uvas utilizadas: Gewürztraminer (85% - 100%)
Vinho branco com cor que vai de amarelo-palha a dourado. Aroma intenso de flores, frutas brancas e especiarias.
O sabor é pleno e seco. Existe uma versão “abboccato”, semi-doce.
Geralmente, apresenta baixo teor alcoólico (11,5%).
Deve ser consumido preferencialmente jovem, de dois a quatro anos da safra.
Cuidado!
Observe que há alguma confusão entre o uso dos nomes Traminer e Gewürztraminer: embora sejam duas uvas distintas, Gewürztraminer, muitas vezes, é definida, na Itália, pelo nome Traminer Aromático.
Saiba Mais
Existem os seguintes DOCs regulamentados para a Uva Gewürztraminer na Região do Alto Adige, na Itália: Gewürztraminer dell'Alto Adige, Alto Adige Valle Isarco Gewürztraminer, Alto Adige Val Venosta Gewürztraminer.
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Ruchè di Castagnole Monferrato – Vinho Típico do Piemonte
0 comentários Postado por Adriana Grasso às 14:47O Ruchè Castagnole Monferrato está entre os últimos vinhos a receber reconhecimento DOC na Região d Piemonte.
A qualidade deste nobre vinho deverá colocá-lo, em breve, na lista dos melhores vinhos do Piemonte.
A Uva Ruchè amadurece em meados de setembro, dependendo das condições climáticas, e há uma tendência para uma colheita tardia a fim de garantir um maior equilíbrio entre o teor alcoólico e a acidez dos vinhos produzidos.
Características
Uvas utilizadas: Ruchè (90-100%)
Vinho tinto de cor vermelha rubi clara com reflexos roxos e alaranjados. Aroma intenso, persistente e frutado.
O sabor harmonioso, ligeiramente tânico, com níveis de acidez e álcool bem equilibrados.
Teor alcoólico baixo (12%).
Deve ser consumido jovem, geralmente, em até quatro anos da safra.
Sobre a Uva Ruchè
Ruchè é uma das variedades de uvas autóctones mais raras dentre as cultivadas na Região de Monferrato, no Piemonte.
Deriva, provavelmente, de uma videira trazida de Bologna por monges e plantadas vizinhas ao Monastério de San Rocco, que hoje não existe mais.
Os terrenos calcários, seco e com elevada exposição solar garantem um vinho de alta qualidade, mas de produção limitada.
No passado, o vinho produzido com Uvas Ruchè era para consumo familiar, mas devido a sua originalidade, está fazendo muito sucesso fora da Região de produção e também no exterior.
Saiba Mais
O vinho Ruchè é produzido em duas versões: seco e doce. O primeiro é adequado para acompanhar assados, carnes de caça e queijos; a versão doce é mais aconselhada como vinho de sobremesa.
O Ruchè di Castagnole Monferrato conseguiu reconhecimento DOC em 1987.
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O vinho tinto leva o nome do Lago di Caldaro, que fica na Província de Bolzano, Alto Adige, embora sua área de produção se estenda a algumas cidades da Província de Trentino. A vocação desta Região para a Vinicultura tem raízes antigas: algumas descobertas arqueológicas provaram que a uva era cultivada neste local muito antes da chegada dos romanos.
Características
Uvas utilizadas: Schiava (85-100%), Pinot Nerot e/ou Langrein (0-15%);
Vinho tinto de cor vermelha rubi clara. Aroma delicado, agradável e característico.
O sabor é leve, seco e com toques amendoados.
Teor alcoólico baixo (12%).
Deve ser consumido jovem, geralmente, em até três anos da safra.
Sobre a Uva Schiava
Mais que uma videira, seria apropriado falar de um grupo de variedade de videiras das quais fazem parte a Schiava Gentile, a Schiava Grossa e a Schiava Grigia.
A Uva Schiava tem origem antiga - existem menções de sua existência em óperas datadas de 1300.
Seu nome deve derivar do tipo de cultivo das plantas, que sempre recebia uma podadura muito severa a fim de obter vinhos de qualidade superior, daí o nome Schiava (escrava).
Ela produz vinhos de cor vermelho rubi, com aroma frutado e característico, sabor suave e ligeiras notas de amêndoa.
Saiba Mais
O vinho tinto Lago di Caldaro possui classificação DOC desde 1993.
Ele também é conhecido como Kalterersee.
O Caldaro DOC é um vinho muito bom para acompanhar as refeições. Ele também é produzido nas tipologias:
. Scelto - com um teor alcoólico mínimo de 11,5 graus
. Classico - se for proveniente de uma área específica delimitada pelas regras de produção
. Classico Superiore - quando submetidos a envelhecimento
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Autora: Adriana Grasso
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A Uva Tintilia produz um vinho tinto único em suas características, original e agradável.
Ela vem de um vinhedo de baixa produtividade e quase desapareceu quando os produtores da região decidiram trocá-la por vinhedos mais rentáveis. Atualmente, graças ao movimento de redescoberta das variedades nativas, que acontece em toda a Itália, ela está ganhando importância e reconhecimento.
Características
Uvas utilizadas: Tintilia (85-100%);
Vinho tinto de cor vermelha rubi intensa com reflexos violetas. Aroma de frutas do bosque, alcaçuz e baunilha.
O sabor é seco e ligeiramente tânico.
Teor alcoólico elevado (13-14%).
Pose ser consumido, geralmente, em até dez anos da safra.
Sobre a Uva Tintilia
A Tintilia é uma uva autóctone que representa muito bem a região de Molise. Ela está presente na história cotidiana da região há muitos séculos.
A Uva Tintilia é altamente corante e produz vinhos relativamente tânicos.
Seus vinhedos começaram a ser abandonados após a II Guerra Mundial e foram quase extintos. Em 1998 representavam somente 2% dos vinhedos da região.
Elas, geralmente, são vinificadas em pureza e hoje, graças ao reconhecimento DOC do Vinho Molise Tintilia Riserva, espera-se elevar a produção desta Uva a níveis mais significativos.
Saiba Mais
O Vinho Molise Tintilia Riserva possui reconhecimento DOC desde 1998.
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Para a introdução dos espumantes produzidos na região de Franciacorta, na Lombardia, fiz uma pesquisa sobre relatos históricos e encontrei algumas notícias interessantes.
Existe um texto impresso em 1570, sob autoria do medico Gerolamo Conforti, com o título di "Libellus de Vino Mordaci" onde ele fala da existência de um vinho cheio de borbulhas produzido na região de Brescia, na Itália, e isto vem muito tempo antes do aparecimento do Champagne na França.
Achei interessante encontrar notícias que esta região já tinha vocação para a produção de espumante há tanto tempo atrás, mas seu "boom" realmente aconteceu nos últimos quarenta anos.
Características
Uvas utilizadas: Chardonnay e/ou Pinot Bianco e/ou Pinot Nero (100%).
Vinho espumante branco seco de cor amarela palha com reflexos dourados e esverdeados. Seu aroma é típico dos vinhos fermentados em garrafa, fino, amplo e complexo.
O sabor é fresco, seco e equilibrado.
Costuma apresentar teor alcoólico baixo (12 %).
Pode ser consumido depois de um período de envelhecimento.
Tipologia
Franciacorta é feito com o método clássico e os tempos de produção são muito longos. A segunda fermentação, que acontece na garrafa, começa sete meses após a colheita, quando os vinhos produzidos são misturados com outros para formar o vinho base.
O período que o vinho passa pela segunda fermentação e algumas particularidades vão determinar o tipo de Franciacorta:
- Franciacorta non Millesimato: mínimo dezoito meses de fermentação na garrafa antes de ser colocado à venda
- Satèn non Millesimati: vinte e quatro meses de fermentação na garrafa e não há adição de açúcar no final do processo. O Satèn é produzido usando somente Uvas brancas: Chardonnay e Pinot Bianco
- Rosé non Millesimati: vinte e quatro meses de fermentação na garrafa e é obrigatório o uso da uva Pinot Nero
- Franciacorta Millesimati: pelo menos trinta meses de fermentação na garrafa e todos os vinhos usados para formar o vinho base pertencem à mesma safra
- Franciacorta Riserva: no mínimo sessenta meses de fermentação na garrafa
Saiba Mais
Franciacorta possui reconhecimento DOC desde 1967 e ganhou status de DOCG em 1995.
Importante
Nesta postagem relatei notícias sobre a produção de algum tipo de vinho espumante na Lombardia, antes do surgimento do Champagne na França.
Só mencionei este fato por questão de curiosidade.
A França merece todos os méritos pelo trabalho que fez e que vem fazendo nos últimos trezentos anos para aprimorar e aperfeiçoar a bebida.
Todo este esforço incessante tem seu valor e o resultado é que Champagne é ÚNICO e não só o melhor espumante do mundo, mas um dos "MELHORES VINHOS DO MUNDO".
Vídeo
Está disponível no meu canal do YouTube um vídeo, obtido no "Consorzio per La Tutela del Franciacorta", mostrando o processo de produção do Franciacorta, com duração de três minutos e dezessete segundos:
http://www.youtube.com/watch?v=TrgVZidyTtM
Mosaico de Fotos da Região de Franciacorta
Autora: Adriana Grasso
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Este vinho espumante doce, único no seu gênero, deriva da vinificação da Uva Moscato Bianco e seu maior centro de produção está na cidade de Canelli (Asti) no Piemonte.
Características
Uvas utilizadas: Moscato Bianco (100%).
Vinho espumante branco de cor amarela claro e aroma intenso.
Sabor doce e equilibrado.
Costuma apresentar teor alcoólico baixo (7,5 %).
Deve ser consumido muito jovem, de preferência de seis a oito meses.
Processo de Produção
A maioria dos vinhos Asti Spumante é feita utilizando o Método Charmat.
A grande diferença para os outros espumantes que usam este método está na segunda fermentação. Enquanto a maioria é feita a partir de um vinho branco seco, adicionando-se sacarose, o Asti é produzido de um vinho branco de Uvas Moscato Bianco, com praticamente metade do açúcar original da fruta para ser fermentado.
Como o vinho base para a re-fermentação já possui teor de açúcar natural, adiciona-se somente o levedo.
Para produzir um vinho doce e espumante, a segunda fermentação, é interrompida quando existe uma quantidade suficiente de CO2, mas com um residual de açúcar natural ainda elevado.
No final do processo, o Asti Spumante apresenta um teor alcoólico entre 7,5 e 9º e um teor de açúcar entre 7,5 e 9%.
Saiba Mais
O Asti Spumante possui DOCG desde 1967.
Na produção de espumantes aromáticos não é permitida a adição de xarope de dosagem e o teor alcoólico mínimo é de 6%.
Mosaico de Fotos da Região de Asti
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
O Método Charmat permite obter vinho espumante, tanto doce quanto seco, num período muito curto, mínimo de trinta dias, mas em geral de quatro a seis meses.
A rapidez do processo gera espumantes frutados, com as características das uvas que o originaram.
Para acelerar a produção o e reduzir os custos elevados, devido às numerosas manipulações necessárias pelo Método Clássico (ou Champenoise), o italiano Federico Martinotti, teve a idéia de realizar a segunda fermentação em um grande recipiente fechado no lugar das garrafas.
A solução provou ser válida e o engenheiro francês, Eugene Charmat, construiu e patenteou, por volta de 1910, a primeira autoclave que tornava possível a realização do processo idealizado por Martinotti.
Sobre o Processo
O vinho recém produzido pode ser misturado com o de safras anteriores para formar o vinho base. Acrescenta-se a ele açúcar e levedos e tudo é colocado em uma autoclave fechada e com temperatura controlada. Lá dentro, inicia-se a segunda fermentação que pode levar, em média, de um a seis meses. Como a autoclave é hermeticamente fechada, o processo irá gerar ácido carbônico, responsável pelas bolhas, sedimentos e álcool.
Os resíduos acumulados nesta re-fermentação são eliminados por uma filtragem isobárica que antecede o engarrafamento do espumante.
Dependendo da quantidade final de açúcar no espumante, ele poderá ser classificado como:
EXTRA BRUT - menos de 6 g/l
BRUT - menos de 15 g/l
EXTRA DRY - de 12 a 20 g/l
DRY - de 17 a 25 g/l
Saiba Mais
Na Itália existem vários espumantes famosos produzidos com o método charmat, como o Moscato e o Prosecco.
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
O vinho branco que mais se sobressai na Região da Ligúria é feito com a pouco conhecida Uva Pigato. Em geral, ela produz vinhos com mais estrutura e amargor que a Vermentino e lembra um pouco a Uva Cortese, usada no Gavi di Gavi Piemontês.
Riviera Ligure di Ponente Pigato, do produtor Claudio Vio, é meu vinho branco favorito para acompanhar um dos pratos mais famosos da Liguria, a Pasta al Pesto Genovese.
Características
Uvas utilizadas: Pigato (95-100%).
Vinho branco de cor amarela palha; aroma intenso e ligeiramente amendoado.
Sabor seco com um leve amargor.
Costuma apresentar baixo teor alcoólico (12 %).
Deve ser consumido muito jovem, de preferência até um ano da safra.
Sobre a Uva Pigato
A Uva Pigato é originária da Grécia Antiga, mas, ao longo dos séculos, encontrou um ambiente ideal no Distrito de Albenga, na Liguria, de forma que é considerada uma variedade autóctone italiana.
Seu nome deriva do termo pigau ou pigou, do Dialeto da Ligúria que faz menção aos pequenos pontos de ferrugem encontrados na casca desta Uva.
Saiba Mais
O Vinho Riviera Ligure di Ponente Pigato possui regulamentação DOC desde 1989.
Mosaico de Fotos da Região
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Minha amiga e sommelier Daniela Bravin escreveu um comentário referente à região da Liguria.
Até o momento, passeei por quase toda a Itália, mas não escrevi nada sobre a Liguria!
Esta região costeira, que tem como capital o porto de Genova, produz vinhos interessantes. Gosto muito dos brancos, em especial do Riviera Ligure di Ponente Vermentino; um vinho perfeito para acompanhar pratos a base de peixes e frutos do mar, mas que deve ser consumido muito jovem.
Características
Uvas utilizadas: Vermentino (95-100%).
Vinho branco de cor amarela palha com reflexos verde claro e algumas vezes dourado; aroma delicado e agradável com notas de cedro, pêssego e maçã.
Sabor seco e fresco, com um toque mineral.
Costuma apresentar baixo teor alcoólico (11-12 %).
Deve ser consumido jovem, de preferência até dois anos da safra.
Sobre a Uva Vermentino
Há várias hipóteses sobre a introdução desta variedade de uva na Itália. Alguns argumentam que se trata de um vinhedo originário da Espanha, que chegou na Liguria entre os séculos XV e XVIII e de lá foi parar na Toscana e na Sardenha. Outros dizem que ela é originária do Oriente Médio e foi trazida pelos gregos.
A Uva Vermentino, dependendo da área de produção, pode gerar vinhos com mais ou menos aroma, persistência e estrutura.
Saiba Mais
Outros DOC produzidos com base na Uva Vermentino da Liguria:
. Colli di Luni Vermentino
. Golfo del Tigullio Vermentino
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
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Para muitas pessoas o Bardolino traz como recordação férias no Lago de Garda: a vista para o lago, um restaurante especializado em peixes e este vinho tinto, leve, brilhante, muito refrescante e perfumado.
As uvas são praticamente as mesmas usadas na produção do Valpolicella: Corvina, Rondinella e Molinara, mas a região de cultivo confere uma grande diferença entre eles. Os vinhedos do Bardolino ficam muito próximos do lago e de grandes cadeias de montanhas. O resultado é um vinho mais leve e frutado que o Valpolicella.
Características do Bardolino Rosso
Uvas utilizadas: Corvina (35-65%), Rondinella (10-40%), Molinara (10-20%), Negrara (0-10%) eventualmente Barbera e/ou Rossignola e/ou Sangiovese e/ou Garganega (0-10%)
Vinho tinto de cor vermelha rubi, tendendo às vezes a cereja. O aroma é muito delicado e o sabor é seco, ligeiramente amargo, mas equilibrado e sutil.
Apresenta teor alcoólico baixo (10,5-11,5%)
Deve ser consumido muito jovem, de 1 a 3 anos da safra, dependendo do tipo.
Saiba Mais
Existem vários tipos de Bardolino regulamentados pelo Ministério da Agricultura italiano, são eles:
. Bardolino DOC Classico – produzido na mais antiga área de tradição que compreende a totalidade do território dos municípios de Bardolino e Garda, e parte de Soave, Veronese Cavaion, Costermano e Affi.
. Bardolino DOC – vinho com as características citadas acima.
. Bardolino DOCG Superiore – passa por um período de envelhecimento de um ano antes de ser comercializado e a graduação alcoólica mínima deve ser 11,5%.
. Bardolino DOC Chiaretto – obtido da vinificação em rose, isto é, com a utilização das cascas das uvas durante um curto período da fermentação.
. Bardolino DOC Chiaretto Spumante - é a versão rose, que passa por uma segunda fermentação pelo método Charmat, o mesmo do Prosecco.
. Bardolino DOC Novello – vinho com as características especificadas para o Bardolino Rosso, mas engarrafado antes de 31 de dezembro da colheita das uvas. Deve ser consumido muito jovem, de preferência de três a seis meses.
Mosaico de Fotos da Região de Bardolino
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
O Verduno Pelaverga é um vinho tinto, de uma pequena região do Piemonte, que tinha tudo para desaparecer!
Suas pequenas videiras sempre ocuparam preciosos espaços entre as famosas e rentáveis Uvas Nebbiolo e Barbera.
Com o crescente movimento europeu para produzir vinhos com uvas nativas e de características diferentes, ele acabou despertando interesse, principalmente do mercado internacional. Para você ter uma idéia, hoje ele é mais consumido em Nova York do que em Milão.
O que motivou tanta curiosidade foram suas características muito peculiares:
. aromas inesperados, como: pimenta, especiarias, ervas balsâmicas e licor de cereja
. teor alcoólico alto, mas quase imperceptível pelo seu frescor
. não apresenta estrutura na boca, mas é agradável e fresco
. dizem que a Uva Pelaverga tem poderes afrodisíacos e existem várias histórias circulando sobre estes efeitos milagrosos
Resumindo, o Verduno Pelaverga possui características que não se assemelham a outros vinhos conhecidos!
Importante
O Verduno Pelaverga deve ser consumido preferencialmente jovem (até três anos da safra).
Nem sempre o vinho agrada...
É mais um dos típicos casos de amor ao primeiro gole ou rejeição.
Ele é recomendado para acompanhar pratos à base de peixes.
O Governo Italiano regulamentou o Verduno Pelaverga com Denominação de Origem Controlada em 1995. Até então ele era vendido como Vino da Tavola.
É um vinho de produção muito limitada e concentrada na mão de pouquíssimos produtores.
Vale à pena experimentar, mesmo que seja por curiosidade...
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Marcadores: afrodisíaco, italiano, Piemonte, Verduno Pelaverga, vinho tinto

Novidade: o nome Prosecco agora é protegido por lei e só pode ser utilizado em vinhos produzidos na Itália!
O decreto do Ministério da Agricultura Italiano, que garante a exclusividade do uso do nome Prosecco, foi publicado no dia 01 de agosto de 2009 e já é reconhecido e aceito em toda a Comunidade Européia.
Este projeto, que vem sendo elaborado há muito tempo, serve para garantir a originalidade do produto. Em pesquisas feitas, dos espumantes intitulados Prosecco à venda em todo mundo, somente um em cada dez era originário da Itália.
A confusão, muitas vezes, era causada porque o Prosecco, antes de ser o nome de um vinho, é a denominação de um tipo de uva e, como tal, pode ser cultivada em qualquer parte do mundo. Mas os resultados dos vinhos obtidos NÃO podem ser comparados aos da Zona de Conegliano e Valdobbiadene, no Veneto, onde este vinhedo reina absoluto por mais de 300 anos e dá origem a uma bebida de características inigüaláveis.
Para resolver esta confusão, delimitou-se uma área na Itália que se chamará Prosecco, compreendendo parte da região do Veneto e da Friuli Venezia Giulia, e a Uva Prosecco, passa a ser chamada com seu antigo nome nativo: Glera.
A partir do próximo ano, todos os vinhos Prosecco terão DOC (Denominação de Origem Controlada e Garantida) nas suas etiquetas e nas regiões mais nobres, que já tinham este status, passam a ter DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida). São elas: Conegliano Valdobbiadene, Cartizze e Colli Asolani ou Asolo.
Quem utilizava a Uva Prosecco na composição de seus vinhos fora destas áreas e colocava o nome da uva no rótulo, não poderá mais fazê-lo. Agora, se eles quiserem, devem usar o nome Glera...
O quê o consumidor ganha com estas mudanças?
Nos próximos anos, quando o consumidor comprar um Prosecco, em qualquer parte do mundo, terá garantia de originalidade do produto.
O controle de qualidade também ficou mais rigoroso e, com as novas normas, o Prosecco deverá ser produzido com vinhas de menor rendimento, o que irá garantir uma qualidade ainda maior do produto.
Importante
Recebi uma lista de dúvidas a respeito do Prosecco; estou agrupando todas para responder numa das próximas postagens.
Aguarde!
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
No evento promovido pela Accademia Italiana della Cucina, no dia 30 de junho de 2009, na Enoteca Decanter, em São Paulo (SP), tive o prazer de degustar, aqui no Brasil, um dos vinhos da famosa Elena Walch: o Müller Thurgau Alto Adige DOC 2007.
Não tinha escrito sobre esta uva no Blog e achei que já estava na hora de falar sobre ela.
Características
Uvas utilizadas: Müller Thurgau (95% - 100%)
Vinho branco de cor amarelo-palha com reflexos esverdeados. Aroma delicado e agradável com notas herbáceas e de noz moscada.
O sabor é seco, fresco e harmonioso.
Geralmente, apresenta baixo teor alcoólico (11%).
Deve ser consumido jovem, de dois a quatro anos da safra.
Sobre a Uva Müller Thurgau
As publicações sobre a Uva Branca Müller Thurgau dizem que ela foi obtida por volta de 1880 pelo cruzamento de Riesling e Sylvaner. Atualmente, apareceram artigos sugerindo que neste cruzamento, a Uva Chasseias foi usada no lugar da Sylvaner...
Müller Thurgau é um vinhedo muito difundido em vários países, em particular na Alemanha, Suíça, Itália e Nova Zelândia.
Na Itália, ela está no Alto Adige, no Valle d’Aosta, no Friuli e na Sicilia.
Vinhos à venda no Brasil
Como já escrevi na introdução deste texto, o consumidor brasileiro agora tem acesso a um Müller Thurgau de excelente qualidade: o Müller Thurgau Alto Adige DOC 2007, da produtora Elena Watch, importado pela Decanter.
Saiba Mais
O Müller Thurgau pode ser servido como aperitivo e, geralmente, faz muito sucesso!
Links
Decanter: http://www.decanter.com.br/
Elena Walch: http://www.elenawalch.com/
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Marcadores: alto adige, elena walch, italiano, Müller Thurgau, vinho branco






