Por ser um vinho branco, leve e pouco alcoolico, ele pode ser considerado uma ótima opção para o verão.
Características:
Uvas utilizadas: Vernaccia di San Gimignano (90% - 100%)
Vinho branco de cor amarelo-palha tendendo a dourado com o envelhecimento. Aroma fino, penetrante e característico.
O sabor é seco, harmonioso com um retro-gosto levemente amargo.
A graduação alcoólica mínima é de 11%, para o tipo Riserva, 11,5%.
Deve ser consumido jovem, de dois a quatro anos da safra.
Sobre a Uva Vernaccia di San Gimignano:
O nome do vinhedo e do vinho, Vernaccia di San Gimignano, tem sua origem muito remota.
Sua merecida fama vem sendo transmitida através dos séculos pela literatura e por documentos históricos.
Há relatos que a Uva Vernaccia foi introduzida em San Gimignano por volta de 1.200. Existem documentos datados de 1276 falando sobre o comércio do vinho banco produzido com ela nas redondezas de San Gimignano e em toda a Toscana.
Sua fama foi aumentando através dos anos chegando a ser referenciada, no século XV, como o vinho que fazia os papas pecarem e os nobres perderem a cabeça...
As referências continuaram com o passar dos anos. Em 1695, no anuário da cidade de San Gimignano, a Vernaccia era definida como um vinho branco delicadíssimo e como um dos melhores vinhos produzidos na Itália.
Saiba Mais:
O vinho, Vernaccia di San Gimignano, possui regulamentação DOC desde 1966. Ele passou a DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida) em 1993.
Sua zona de produção é reduzida aos arredores de San Gimignano. A altitude média dos vinhedos é de 280 m. A colheita é feita, geralmente, entre 15 de setembro e 15 de outubro e o rendimento máximo é de 9.000 kg/ha.
Mosaico de Fotos:
Marcadores: italiano, san gimignano, toscana, vernaccia, vinho branco
Ontem quando escrevi a lista dos vencedores de “Cinque Grappoli” do guia Duemilavini 2010 da AIS (Associação Italiana de Sommelier), um dos vinhos que me chamou a atenção foi o Caluso Passito Sulé 2004, do produtor Orsolani.
Conheci o Orsolani em 2004 e admiro muito o trabalho que ele faz para divulgar os vinhos da pequena região de Caluso, no Piemonte, produzidos com Uva Erbaluce.
Ele sempre trabalhou focado na qualidade de seus produtos, sem se deixar influenciar por tendências internacionais. A Uva Erbaluce é muito ácida e algumas pessoas acabam não gostando de seus vinhos, mas a acidez é uma característica que tem outras vantagens, a versatilidade. Com o mesmo vinhedo, é possível produzir vinho branco jovem, espumante método charmat ou método clássico e vinho passito (que no caso foi o premiado pela AIS).
Também li com satisfação, estes dias, que o trabalho de todos os produtores desta pequena região será compensado, o Erbaluce di Caluso passará para a categoria de DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida).
Conheça um pouco sobre o Erbaluce di Caluso:
Características
Uvas utilizadas: Erbaluce (100%).
Vinho branco de cor amarelo-palha a amarelo dourado. Aroma delicado e característico.
O sabor é seco, fresco e com alto índice de acidez.
Geralmente, apresenta baixo teor alcoólico (11%).
Deve ser consumido muito jovem, preferencialmente até um ano da safra.
O Erbaluce di Caluso também é comercializado na versão Espumante, com graduação alcoólica mínima de 11,5%, utilizando autoclave ou a própria garrafa para a segunda fermentação; na versão Passito, usando uvas colhidas tardiamente ou que secaram em estufas apropriadas, com graduação alcoólica mínima de 17%, passando por um período de envelhecimento obrigatório mínimo de quatro anos; e na versão Passito Riserva, que difere da anterior pelo período mínimo de envelhecimento obrigatório de cinco anos. O Erbaluce Passito possui coloração dourada intensa e aromas de maça e frutas cristalizadas.
Sobre a Uva Erbaluce
Existem registros deste vinhedo a partir de 1600. Ele é cultivado em Canavese, na serra de Ivrea e nas colinas que circundam o lago de Viverone, no Piemonte, na Itália. Possivelmente, a Uva Erbaluce é um clone da Uva Fiano da Região da Campania e foi introduzida no piemonte pelos romanos que a chamavam de Alba Lux (luz da aurora).
A Erbaluce possui elevada acidez fixa e é adequada para a produção de vinhos de diferentes tipologias: dos elegantes espumantes seco, a vinhos brancos jovens até importantes vinhos passito, licorosos ou não, obtidos pela secagem das melhores uvas.
Saiba Mais
A Uva Erbaluce foi por muito tempo, a única uva branca piemontesa de prestígio. Com o passar do tempo despontaram também a Cortese, do Gavi di Gavi e a Arnéis. Devido ao intenso trabalho de divulgação e de comprometimento com a qualidade, ela está voltando a ocupar seu papel de prestígio.
O Erbaluce di Caluso foi o primeiro vinho branco da região a obter Denominação de Origem Controlada (DOC). Ele possui esta regulamentação desde 1967. Naquela época só foram reconhecidos o tipo passito e o branco. O espumante, feito com esta uva, foi adicionado à normativa em uma alteração de 1998.
Mosaico de Fotos
Link
Orsolani: http://www.orsolani.it/
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br

Novidade: o nome Prosecco agora é protegido por lei e só pode ser utilizado em vinhos produzidos na Itália!
O decreto do Ministério da Agricultura Italiano, que garante a exclusividade do uso do nome Prosecco, foi publicado no dia 01 de agosto de 2009 e já é reconhecido e aceito em toda a Comunidade Européia.
Este projeto, que vem sendo elaborado há muito tempo, serve para garantir a originalidade do produto. Em pesquisas feitas, dos espumantes intitulados Prosecco à venda em todo mundo, somente um em cada dez era originário da Itália.
A confusão, muitas vezes, era causada porque o Prosecco, antes de ser o nome de um vinho, é a denominação de um tipo de uva e, como tal, pode ser cultivada em qualquer parte do mundo. Mas os resultados dos vinhos obtidos NÃO podem ser comparados aos da Zona de Conegliano e Valdobbiadene, no Veneto, onde este vinhedo reina absoluto por mais de 300 anos e dá origem a uma bebida de características inigüaláveis.
Para resolver esta confusão, delimitou-se uma área na Itália que se chamará Prosecco, compreendendo parte da região do Veneto e da Friuli Venezia Giulia, e a Uva Prosecco, passa a ser chamada com seu antigo nome nativo: Glera.
A partir do próximo ano, todos os vinhos Prosecco terão DOC (Denominação de Origem Controlada e Garantida) nas suas etiquetas e nas regiões mais nobres, que já tinham este status, passam a ter DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida). São elas: Conegliano Valdobbiadene, Cartizze e Colli Asolani ou Asolo.
Quem utilizava a Uva Prosecco na composição de seus vinhos fora destas áreas e colocava o nome da uva no rótulo, não poderá mais fazê-lo. Agora, se eles quiserem, devem usar o nome Glera...
O quê o consumidor ganha com estas mudanças?
Nos próximos anos, quando o consumidor comprar um Prosecco, em qualquer parte do mundo, terá garantia de originalidade do produto.
O controle de qualidade também ficou mais rigoroso e, com as novas normas, o Prosecco deverá ser produzido com vinhas de menor rendimento, o que irá garantir uma qualidade ainda maior do produto.
Importante
Recebi uma lista de dúvidas a respeito do Prosecco; estou agrupando todas para responder numa das próximas postagens.
Aguarde!
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
No evento promovido pela Accademia Italiana della Cucina, no dia 30 de junho de 2009, na Enoteca Decanter, em São Paulo (SP), tive o prazer de degustar, aqui no Brasil, um dos vinhos da famosa Elena Walch: o Müller Thurgau Alto Adige DOC 2007.
Não tinha escrito sobre esta uva no Blog e achei que já estava na hora de falar sobre ela.
Características
Uvas utilizadas: Müller Thurgau (95% - 100%)
Vinho branco de cor amarelo-palha com reflexos esverdeados. Aroma delicado e agradável com notas herbáceas e de noz moscada.
O sabor é seco, fresco e harmonioso.
Geralmente, apresenta baixo teor alcoólico (11%).
Deve ser consumido jovem, de dois a quatro anos da safra.
Sobre a Uva Müller Thurgau
As publicações sobre a Uva Branca Müller Thurgau dizem que ela foi obtida por volta de 1880 pelo cruzamento de Riesling e Sylvaner. Atualmente, apareceram artigos sugerindo que neste cruzamento, a Uva Chasseias foi usada no lugar da Sylvaner...
Müller Thurgau é um vinhedo muito difundido em vários países, em particular na Alemanha, Suíça, Itália e Nova Zelândia.
Na Itália, ela está no Alto Adige, no Valle d’Aosta, no Friuli e na Sicilia.
Vinhos à venda no Brasil
Como já escrevi na introdução deste texto, o consumidor brasileiro agora tem acesso a um Müller Thurgau de excelente qualidade: o Müller Thurgau Alto Adige DOC 2007, da produtora Elena Watch, importado pela Decanter.
Saiba Mais
O Müller Thurgau pode ser servido como aperitivo e, geralmente, faz muito sucesso!
Links
Decanter: http://www.decanter.com.br/
Elena Walch: http://www.elenawalch.com/
Autora: Adriana Grasso
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Marcadores: alto adige, elena walch, italiano, Müller Thurgau, vinho branco
O Prosecco é um vinho espumante italiano muito consumido em todo o mundo. Apesar da popularidade, é normal haver algumas dúvidas a respeito de suas particularidades de produção.
Resolvi começar a série de postagens sobre o Prosecco respondendo a algumas perguntas feitas sobre este espumante.
Vamos lá!
Qual é a uva utilizada na produção do Prosecco?
A uva base para a produção deste espumante se chama Prosecco e é amplamente encontrada na Região do Veneto, na Itália.
Qual é o método de vinificação do Prosecco?
Para produzir este espumante utiliza-se um método chamado Charmat que consiste em duas vinificações. Na primeira, a uva é fermentada normalmente para produzir um vinho branco seco. Depois, são adicionados ao vinho açúcar e levedos, e esta mistura é submetida a uma segunda fermentação numa autoclave, equipamento hermeticamente fechado. Os levedos se alimentam do açúcar existente e geram, como subprodutos, álcool e CO2. Como o equipamento é vedado, o gás fica preso, formando a espuma do vinho.
Este processo pode levar de três a seis meses e o Prosecco estará pronto para a comercialização!
Qual é a diferença entre Prosecco e Champagne?
São muitas as diferenças entre estes espumantes.
O Prosecco é produzido com Uva Prosecco e o Champagne usa, geralmente, Uvas Chardonnay e Pinot Noir.
A segunda fermentação do Prosecco acontece em grandes autoclaves e dura entre três e seis meses, enquanto a do Champagne é feita na garrafa e leva, geralmente, mais de dois anos.
O Prosecco deve ser consumido muito jovem, de preferência até um ano depois de engarrafado. O Champagne tem uma vida mais longa, geralmente de cinco anos, mas algumas safras especiais, se conservadas corretamente, podem ser consumidas sem problema após 20 ou 30 anos.
Outra diferença muito importante é a terminologia: só se pode chamar de Champagne os vinhos espumantes produzidos conforme a especificação dentro da região que leva este mesmo nome na França.
Autora: Adriana Grasso
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Marcadores: champagne, charmat, italiano, prosecco, vinho branco
O vinho branco Picolit é uma das jóias da viticultura italiana. Luigi Veronelli chegou a citá-lo como o Chateau d’Yquem italiano.
Sua produção anual é pequena devido à baixa produtividade de seus vinhedos.
Quando penso no Picolit vêm na minha mente às seguintes palavras: caro, raro, precioso e inesquecível.
Características
Uvas utilizadas: Picolit (85-100%)
Vinho branco de cor dourada, mais ou menos intensa. Aroma complexo com notas de flores do campo, uvas passas, mel e laranja em compota.
O sabor varia de amável a doce e é extremamente harmonioso.
Teor alcoólico alto (15%).
Este vinho é considerado um vinho para meditação e é adapto ao envelhecimento (mais de 15 anos da safra).
Sobre a Uva Picolit
Picolit é um vinhedo autóctone de uvas brancas e muito raro. Sua produção é escassa e inconstante devido à queda de grande parte dos grãos dos cachos antes do amadurecimento da uva.
Sobre sua origem sabe-se pouco, mas certamente é o mais antigo e famoso vinhedo do Friuli.
Sua colheita é manual e geralmente feita em duas ou três passadas, dependendo do grau de maturação das uvas. Elas são levadas em locais especiais para secarem e então são vinificadas à temperatura baixa (entre 18º - 20º C). Depois da fermentação, passam por um envelhecimento em barris da carvalho (de 12 a 24 meses). Antes de serem colocados à venda, devem repousar pelo menos um ano na garrafa.
Saiba mais
O Picolit está presente em alguns vinhos da região do Friuli, como o Colli Orientali del Friuli, que possui DOCG desde 2006 e o Colli Goriziani que possui DOC desde 1968.
A produção anual não ultrapassa 500 hl. Desta forma, além de precioso, ele é muito difícil encontrar.
Este vinho já teve a honra de deliciar o paladar de Papas, Príncipes e Reis.
Quem é apaixonado por vinhos e passar pela região do Friuli, não deve perder a oportunidade de provar deste néctar!
Galeria de Fotos
Algumas fotos da Província de Udine:







Autora: Adriana Grasso
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Marcadores: friuli, italiano, picolit, venezia giulia, vinho branco
Ontem almocei no Satyricon, um dos melhores restaurantes de Frutos do Mar do Brasil, que fica em Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ). A carta de vinhos é bem diversificada, com uma boa variedade de brancos italianos. Conversando sobre as opções com o atencioso maître Ary Ximenes, resolvi sugerir para o grupo que me acompanhava o Fiano di Avellino DOCG 2006 do Feudi di San Gregorio. A escolha foi excelente e todos na mesa comentaram: vale à pena escrever sobre ele no Blog. Gostei da idéia e eis aqui um pouco sobre este vinho branco típico da Campania...
Características
Uvas utilizadas: Fiano (mínimo 85%); Greco, Coda di Volpe e Trebbiano (até 15%)
Vinho branco cor amarelo palha, mais ou menos intensa. Aroma agradável, intenso fino e característico.
O sabor é seco, fresco e harmonioso.
Geralmente, apresenta teor alcoólico médio (12,5-13 %).
Deve ser consumido jovem(três ou quatro anos da safra) ou após um breve envelhecimento.
Sobre a Uva Fiano
A Uva Branca Fiano tem origem milenar e já produzia um vinho muito popular na Idade Média. Existem registros que a nobreza apreciava bastante este vinho, como Federico II, no século XIII e Carlo d'Angiò que chegou a ordenar a plantação de 16.000 videiras de Fiano no Vinhedo Real.
Esta uva autóctone da Região da Campania encontra a sua melhor expressão nos arredores de Irpinia, na produção do Fiano di Avellino DOCG, vinho de cor amarelo-palha, aroma agradável e paladar fresco, seco e harmonioso.
Vinhos à Venda no Brasil
Meu preferido é o Fiano di Avellino DOCG Feudi di San Gregorio, importado pela World Wine.
Saiba Mais
O Fiano di Avellino possui DOCG desde 2003.
A Província de Avellino produz outros vinhos de fama internacional como, o tinto Taurasi e o branco Greco di Tufo.
Galeria de Fotos
Algumas fotos da Província de Avellino:



Links
Feudi di San Gregorio: http://www.feudi.it/
Satyricon: http://www.satyricon.com.br/
World Wine: http://www.worldwine.com.br/
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Marcadores: campania, fiano di avellino, italiano, Rio de Janeiro, sotyricon, vinho branco
O Vinho Verdicchio é produzido a partir das uvas de um antiqüíssimo vinhedo da Região de Marche. Ele é muito conhecido em todo o mundo em sua versão simples, fresca e jovem. É usado como base para a produção de espumantes de boa qualidade e também surpreende quando vinificado numa versão mais firme e seca, com envelhecimento em barris de carvalho. Os produtores deste Vinho conseguiram alcançar um nível muito bom de qualidade.
Características
Uvas utilizadas: Verdicchio (85-100%) e outras uvas brancas da região (0-15%)
Vinho branco cor palha com reflexos verdes. Aroma delicado de flores do campo, com notas de pêssego e maça.
O sabor é seco, harmonioso com um leve amargor no final.
Geralmente, apresenta teor alcoólico baixo (11,5 %).
Deve ser consumido jovem (de dois a três anos da safra) ou após um breve envelhecimento.
Sobre a Uva Verdicchio
Uva branca autóctona italiana conhecida desde a Época Romana. É considerada uma das mais importantes variedades da Região de Marche. Produz vinho cor palha, com aroma e sabor muito delicado.
Vinhos à Venda no Brasil
Experimentei o Verdicchio Castelli di Jesi Classico Superiore DOC Pallio di San Floriano, do Monte Schiavo, no Vinitaly 2009, em Verona, na Itália. Amei o vinho mas, infelizmente, ele não chega ao Brasil...
Aqui temos poucas opções; minha amiga e sommelier Gabriela Monteleone sugere o Verdicchio Castelli di Jesi Classico "Serra del Conte" DOC 2007, do produtor Garofoli da Importadora Cellar.
Saiba Mais
A Uva Verdicchio está presente como componente principal em alguns DOC de Marche:
- Verdichhio dei Castelli di Jesi Classico, Riserva, Passito, Superiore, Spumante e Spumante Riserva
- Verdicchio di Matelica, Riserva, Passito e Spumante
O Verdicchio Castelli di Jesi Classico e o di Matelica diferem, principalmente, na zona de produção.
Veja os detalhes das denominações:
. Classico: é reservada para os vinhos da zona mais antiga de produção, em Castelli di Jesi;
. Riserva: significa que o vinho passou obrigatoriamente por um período de envelhecimento antes da comercialização;
. Superiore: apresenta graduação alcoólica mínima de 12% neste caso;
. Passito: sinaliza outra forma de vinificação com a utilização de Uvas Verdicchio Secas;
. Spumante: indica que o vinho passou por duas fermentações produzindo, no final, um vinho espumante;
. Spumante Riserva: indica que o espumante envelheceu no mínimo nove meses neste caso.
Galeria de Fotos
Algumas fotos de cidades dos arredores da zona de produção do Verdicchio na Região de Marche:



Links
Importadora Cellar: http://www.cellar-af.com.br/
Garofoli: http://www.garofolivini.it/
Monte Schiavo: http://www.monteschiavo.it/
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Marcadores: gabriela monteleone, italiano, marche, sommelier, verdicchio, vinho branco

Características
Uvas utilizadas: 100% grillo.
Vinho branco de cor amarela palha com reflexos verdes. O aroma geralmente apresenta notas de flores (jasmim) e frutas brancas.
O sabor é seco e a acidez é equilibrada.
Costumam apresentar teor alcoólico alto (13,5%).
Este vinho deve ser consumido jovem (3 anos da safra).
Sobre a Uva Grillo
Introduzida na Sicília no final do século XIX para substituir videiras atacadas pela filoxera, ela está chamando a atenção de muitos produtores sicilianos.
A uva Grillo é cultivada principalmente na área que se estende entre Marsala e Trapani, no Oeste da Ilha, e produz vinhos brancos sedutores com grande carga de sabores e fragrâncias. Devido ao seu alto índice de açúcar, ela também é utilizada também na produção do vinho siciliano de sobremesa Marsala.
Melhores Safras (nos últimos anos)
- 2008 (ótima)
- 2007 (boa)
- 2006 (ótima)
Vinhos à Venda no Brasil
Os meus favoritos são Grillo Parlante do Fondo Antico (este nunca veio ao Brasil) e Grillo do Feudo Arancio (deixou de ser importado). Gosto deles pelo cuidado dos produtores com o rendimento dos vinhedos, por não serem excessivamente alcoólico e por não passarem por madeira.
No Brasil é possível encontrar Grillo Sicilia IGT 2007 da Cantine Fina, importado pela Porto Leblon. A importadora Decanter vende um vinho do produtor Fatascià, da linha Kailá que é uma mistura de 50% Grillo e 50% Inzolia, outra uva branca típica da Sicília.
Saiba Mais
Os vinhos 100% Grillo são geralmente vendidos como Sicilia IGT. Algumas pequenas regiões já conseguiram o DOC, como Contea di Sclafani (1996) e Contessa Entellina (1993).
A uva faz parte da composição de um vinho de sobremesa muito conhecido em todo o mundo: o Marsala Bianco.
Links
Distribuidora Porto Leblon: http://www.portoleblon.com.br/
Importadora Decanter: http://www.decanter.com.br/
Produtor Fatasciá: http://www.fatascia.it/
Produtor Feudo Arancio: http://www.feudoarancio.it/
Produtor Fondo Antico: http://www.fondoantico.it/
Produtor Cantina Fina: http://www.cantinefina.it/
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Marcadores: grillo, italiano, Sicilia, vinho branco

Características
Uvas utilizadas: 85 a 100% vermentino.
Vinho branco de cor amarelo palha com reflexos verde claro; aroma delicado e agradável.
Sabor seco, fresco e ligeiramente amargo.
Costuma apresentar baixo teor alcoólico (11 %).
Deve ser consumido jovem (2 a 3 anos da safra).
Melhores Safras (nos últimos anos)
- 2007 (ótima)
Vinhos à Venda no Brasil
Chegam no Brasil produtores de Vermentino conhecidos mundialmente, como Azienda Agricola PALA (Cellar) e Tenute Sella e Mosca (World Wine).
Muito cuidado com a safra na hora da compra! Não se esqueça de que este vinho deve ser consumido jovem!
Saiba Mais
O Vermentino di Sardegna possui DOC; a sub-região de Gallura, situada no Norte da Ilha, possui DOCG (Vermentino di Gallura e Vermentino di Gallura Superiore). Algumas diferenças são:
- no DOCG são usadas, obrigatoriamente, 100% uvas vermentino
- a graduação alcoólica mínima do DOCG é 12% e da versão Superiore, 13%
Curiosidade
A região da Gallura é conhecida pela grande produção de cortiça,responsável por aproximadamente 90% das rolhas dos vinhos italianos.
Perto, encontra-se a Costa Esmeralda, com suas belas praias de areia branca e mar turquesa.
Um sonho!
Links
Importadora Cellar: http://www.cellar-af.com.br/
Importadora World Wine: http://www.worldwine.com.br/
Produtor Pala: http://www.pala.it/
Produtor Sella e Mosca : http://www.sellaemosca.com/
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Marcadores: italiano, sardegna, vermentino, vinho branco

Características
Uvas utilizadas: 95 a 100% pinot bianco.
Vinho branco de cor amarela com reflexos esverdeados. Aroma de flores do campo e amêndoas.
O sabor revela um bom corpo apoiado por uma acidez na medida certa.
Costumam apresentar um baixo teor alcoólico (12 %).
Deve ser consumido em 4 anos da safra.
Melhores Safras (nos últimos anos)
- 2007 (ótima)
- 2005 (ótima)
Vinhos à Venda no Brasil
Gosto muito do produtor Franz Haas. Ele é um dos mais tradicionais da região do Alto Adige (a vinícola data de 1880) e fabrica vinhos de altíssima qualidade e baixa produção.
Quem importa Franz Haas para o Brasil é a Decanter.
Vale a pena!
Saiba Mais
O Pinot Bianco Alto Adige é regulamentado como DOC. Outras regiões produtoras são:
Alto Adige Terlano
Alto Adige Valle Venosta
Trentino
Trento
Valdadige Bianco
Curiosidade
A cada Inverno, aumenta o número de ofertas de passeios guiados nas montanhas usando a “raquete de neve”. Na região do Alto Adige existem várias opções.
As caminhadas duram cerca de quatro horas, mas vale à pena! As paisagens são encantadoras e é um ótimo exercício.
Links
Importadora Decanter: http://www.decanter.com.br/
Produtor Franz Haas: http://www.franz-haas.com/
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
Marcadores: alto adige, italiano, pinot bianco, vinho branco




