A uva Moscato Bianco, de coloração amarela dourada quando madura, a cada ano, por volta do dia 15 setembro, é prensada como acontecia no século XVII - Giovanni Battista Croce, joalheiro da Casa de Savoia, foi o primeiro a codificar as regras para a sua vinificação. Utilizam-se trituradores especiais para uma prensagem suave e para separar os materiais sólidos, cascas e talos. São prensas delicadas, à base de ar ou água, que trabalham com o cuidado de respeitar a integridade da uva.
O suco resultante é então transferido para cubas de inox, onde é mantido resfriado a uma temperatura de zero grau Celsius, para evitar a fermentação.
O mosto do Moscato Bianco pode em seguida ter dois destinos, ou seja, pode dar origem a dois vinhos DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida), que têm uma discreta percentagem de açúcar não fermentado, mas são vinhos delicados, não enjoativos e equilibrados, com a acidez contrabalançando, na medida certa, o residual de açúcar e com aromas primários característicos da uva Moscato - notas florais e de frutas como pêssego, damasco, limão e laranja.
Esses dois vinhos são Moscato d’Asti e Asti espumante. O Moscato d’Asti é a versão mais doce e menos efervescente. Uma bebida que cada vez mais ganha espaço em restaurantes e lojas especializadas na venda de vinhos.
Uvas utilizadas: Moscato Bianco (100%).
Vinho frizante branco de cor amarela clara e aroma intenso com notas florais e frutadas - limão, laranja, pessego e damasco. O sabor é doce e equilibrado.
Costuma apresentar teor alcoólico entre 4,5% al 6,5%.
Deve ser consumido muito jovem, de preferência entre 1 ano.
Sobre a uva Moscato Bianco
O Moscato já era amplamente difundido entre os gregos e romanos. Segundo estudos científicos recentes, parece que a uva Moscato foi a primeira a ser cultivada para a produção de vinhos.
Suas videiras se concentram principalmente na região do Piemonte, na Itália, numa zona onde as uvas Moscato dão o melhor de si. É uma estreita faixa de colina composta por cinquenta e dois pequenos municípios que pertencem a três províncias: Asti, Cuneo e Alessandria. No resto da Itália, ela é conhecida e utilizada para a produção de vinhos aromáticos no Valle d'Aosta, em Oltrepò Pavese, em Colli Euganei, na Toscana, na Puglia, na Sicília e na Sardenha. Atualmente a uva Moscato Brianco esta espalhada por quase todos os países produtores de vinho.
Com a uva Moscato Bianco são produzidos, especialmente, vinhos doces e aromáticos, frisante ou espumante. Utilizando a técnica de secagem das uvas, também é possível obter vinho passito de excelente qualidade. São mais raros, porém não menos interessantes, os vinhos secos, utilizados principalmente como aperitivos.
Galeria de imagens das províncias de Asti, Cuneo e Alessandria, no Piemonte:
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O Barolo é um vinho italiano tão importante que é referenciado como o rei dos vinhos e, realmente, um Barolo bem produzido, de boa safra, pode ser considerado um dos melhores vinhos do mundo.
O Barolo é um vinho que melhora muito depois de envelhecido, mas não é um vinho fácil. Quando jovem, ele é austero e bastante tânico. Para equilibrar sua potência são necessários alguns anos de envelhecimento - entre seis e dez - antes de ser consumido e, mesmo assim, quando aberto, ele deve passar por um processo de decantação para atenuar seus taninos.
A área de produção do Barolo tem como centro a cidade de Barolo, no Piemonte, situada nas colinas de Langhe, perto da cidade de Alba. As principais cidadezinhas que compõem a zona de produção do Barolo são La Morra, Barolo, Serralunga d’Alba, Castiglione Falleto e Monforte d’Alba.
Características do Barolo:
Uvas utilizadas: 100% Nebbiolo
Vinho tinto de cor vermelha granada com reflexos laranja. O aroma é intenso com notas florais que lembram rosas e violeta, quando o vinho é jovem. Com o tempo aparecem aromas de cereja, ameixa cozida, frutas silvestres, terra molhada, couro, com notas de pimenta, canela e baunilha. Ele é tânico, encorpado, seco, robusto, mas aveludado e harmonioso.
Apresenta teor alcoólico superior a 13%.
Deve ser consumido depois de um período de envelhecimento aproximadamente de 10 anos. Geralmente, pode ser guardado por mais de 20 anos.
Saiba Mais
Nos dias de hoje, é comum encontrar à venda dois tipos distintos de Barolo:
Tradicional – produzido a partir de um processo de longa maceração, ou seja, as cascas das Nebbiolo ficam em contato com o mosto na fermentação durante 20 dias ou mais - isto é feito para extrair bastante tanino para o vinho. Depois da fermentação, o vinho passa por um longo período de envelhecimento em velhos barris de carvalho. O resultado é um vinho muito forte, tânico e encorpado, que precisa de mais de dez anos para se desenvolver e encontrar seu equilíbrio.
Moderno - representa uma tentativa de fazer um Barolo pronto para beber mais cedo que o tradicional e também menos austero. O período de contato das cascas da uva durante a fermentação é menor, geralmente de uma semana, e o tempo de envelhecimento em barris de carvalho também é menor. O vinho fica pronto para beber mais cedo, mas não tem a longevidade do tradicional.
Alguns produtores optaram por uma via de meio entre os dois estilos e combinam os melhores aspectos das duas tipologias.
Galeria de fotos:
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Os B's do Piemonte: Barolo, Barbaresco e Barbera - por Adriana Grasso na allTV
0 comentários Postado por Adriana Grasso às 11:17
O tema do programa Vinhos, na allTV, do dia 08/04/2010, apresentado por Adriana Grasso foi: "Os B's do Piemonte: Barolo, Barbaresco e Barbera".
Para conferir como foi o programa, assista o vídeo abaixo ou acesse diretamente o site da allTV: http://www.alltv.com.br/ondemand.php?idond=5722
Marcadores: adriana grasso, barbara, barbaresco, Barolo, nebbiolo, Piemonte, vinhos
É um vinho muito consumido no cotidiano do Italiano (principalmente do piemontês). Ele deve ser servido acompanhado com comida. Possui alto teor de acidez e é extremamente frutado. Pode variar muito dependendo do tipo de vinificação empregada e se passou por processo de envelhecimento.
Adoro servir os vinhos mais jovens com pizzas e massas. Os encorpados ficam melhores quando acompanhados com pratos mais condimentados (pesados) e queijos picantes.
A produção de vinhos derivado da Uva Barbera cobre praticamente, todas as áres da Região do Piemonte.
Segue a lista de algumas denominações regulamentadas pela legislação italiana que usam um percentual de Uva Barbera na produção de seus vinhos:






Autora: Adriana Grasso
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Marcadores: barbera, Piemonte, vinho tinto
O tema de hoje do meu programa VINHOS, na allTV, foi a região do italiana do Piemonte.
O horário normal é das 11h às 12h, mas por causa do feriado, apresentei 2 horas de programa.
Pode parecer estranho usar tanto tempo para falar sobre uma única região, mas a diversidade de vinhos do Piemonte é tão grande, que deu para ficar somente nos mais conhecidos.
O piemonte é cercado por montanhas, ao Norte, os Alpes o separam da Suiça e da França e ao sul, os Montes Apeninos, o separam da Região da Liguria.
O Rio Pó atravessa o Piemonte e é utilizado em muitos pontos para a produção de arroz. Os lugares cortados pelo rio são conhecidos como Valle do Pó e a capital da Região, Torino, está situada no centro deste vale.
Com tantas montanhas e vales, sobra só 30% do território para o cultivo de vinhedos, e eles se concentram nos arredores de Alba, Roero, Asti, Alessandria e nas colinas do Langhe e de Monferrato.
O clima predominante é continental, com invernos rigorosos e verões secos. O Outono é marcado por muita neblina, característica extremamente benéfica para a uva mais famosa da Região, a Nebbiolo, que tem amadurecimento tardio.
Durante o programa, mostrei vídeos das principais regiões produtoras de vinho do piemonte: Langhe, Barolo, Marbaresco, Monferrato, Acqui, Gavi. Acho muito importante, para entender o vinho produzido, conhecer, ou ter uma idéia do local onde as uvas nascem...
Falei sobre os vinhos Grignolino, Barbera, Barolo, Barbaresco, Dolcetto e Gavi di Gavi dei dicas de harmonização para cada um. Descrevi a característica de algumas uvas da região, como Cortese, Nebbiolo, Barbera, Dolcetto, Arneis, Grignolino, Erbaluce.
Para quem quiser rever o programa, basta selecionar a opção On Demand, do site da allTV, www.alltv.com.br, em Listar por Programas, optar por VINHOS e clicar no botão Filtrar.
Outra opção, é assistir diretamente no VIMEO, http://vimeo.com/7042907
Uma boa semana a todos,
Adriana Grasso
Marcadores: adriana grasso, allTV, Piemonte, programa, vinho italiano, vinhos
Ontem quando escrevi a lista dos vencedores de “Cinque Grappoli” do guia Duemilavini 2010 da AIS (Associação Italiana de Sommelier), um dos vinhos que me chamou a atenção foi o Caluso Passito Sulé 2004, do produtor Orsolani.
Conheci o Orsolani em 2004 e admiro muito o trabalho que ele faz para divulgar os vinhos da pequena região de Caluso, no Piemonte, produzidos com Uva Erbaluce.
Ele sempre trabalhou focado na qualidade de seus produtos, sem se deixar influenciar por tendências internacionais. A Uva Erbaluce é muito ácida e algumas pessoas acabam não gostando de seus vinhos, mas a acidez é uma característica que tem outras vantagens, a versatilidade. Com o mesmo vinhedo, é possível produzir vinho branco jovem, espumante método charmat ou método clássico e vinho passito (que no caso foi o premiado pela AIS).
Também li com satisfação, estes dias, que o trabalho de todos os produtores desta pequena região será compensado, o Erbaluce di Caluso passará para a categoria de DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida).
Conheça um pouco sobre o Erbaluce di Caluso:
Características
Uvas utilizadas: Erbaluce (100%).
Vinho branco de cor amarelo-palha a amarelo dourado. Aroma delicado e característico.
O sabor é seco, fresco e com alto índice de acidez.
Geralmente, apresenta baixo teor alcoólico (11%).
Deve ser consumido muito jovem, preferencialmente até um ano da safra.
O Erbaluce di Caluso também é comercializado na versão Espumante, com graduação alcoólica mínima de 11,5%, utilizando autoclave ou a própria garrafa para a segunda fermentação; na versão Passito, usando uvas colhidas tardiamente ou que secaram em estufas apropriadas, com graduação alcoólica mínima de 17%, passando por um período de envelhecimento obrigatório mínimo de quatro anos; e na versão Passito Riserva, que difere da anterior pelo período mínimo de envelhecimento obrigatório de cinco anos. O Erbaluce Passito possui coloração dourada intensa e aromas de maça e frutas cristalizadas.
Sobre a Uva Erbaluce
Existem registros deste vinhedo a partir de 1600. Ele é cultivado em Canavese, na serra de Ivrea e nas colinas que circundam o lago de Viverone, no Piemonte, na Itália. Possivelmente, a Uva Erbaluce é um clone da Uva Fiano da Região da Campania e foi introduzida no piemonte pelos romanos que a chamavam de Alba Lux (luz da aurora).
A Erbaluce possui elevada acidez fixa e é adequada para a produção de vinhos de diferentes tipologias: dos elegantes espumantes seco, a vinhos brancos jovens até importantes vinhos passito, licorosos ou não, obtidos pela secagem das melhores uvas.
Saiba Mais
A Uva Erbaluce foi por muito tempo, a única uva branca piemontesa de prestígio. Com o passar do tempo despontaram também a Cortese, do Gavi di Gavi e a Arnéis. Devido ao intenso trabalho de divulgação e de comprometimento com a qualidade, ela está voltando a ocupar seu papel de prestígio.
O Erbaluce di Caluso foi o primeiro vinho branco da região a obter Denominação de Origem Controlada (DOC). Ele possui esta regulamentação desde 1967. Naquela época só foram reconhecidos o tipo passito e o branco. O espumante, feito com esta uva, foi adicionado à normativa em uma alteração de 1998.
Mosaico de Fotos
Link
Orsolani: http://www.orsolani.it/
Autora: Adriana Grasso
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Ruchè di Castagnole Monferrato – Vinho Típico do Piemonte
0 comentários Postado por Adriana Grasso às 14:47O Ruchè Castagnole Monferrato está entre os últimos vinhos a receber reconhecimento DOC na Região d Piemonte.
A qualidade deste nobre vinho deverá colocá-lo, em breve, na lista dos melhores vinhos do Piemonte.
A Uva Ruchè amadurece em meados de setembro, dependendo das condições climáticas, e há uma tendência para uma colheita tardia a fim de garantir um maior equilíbrio entre o teor alcoólico e a acidez dos vinhos produzidos.
Características
Uvas utilizadas: Ruchè (90-100%)
Vinho tinto de cor vermelha rubi clara com reflexos roxos e alaranjados. Aroma intenso, persistente e frutado.
O sabor harmonioso, ligeiramente tânico, com níveis de acidez e álcool bem equilibrados.
Teor alcoólico baixo (12%).
Deve ser consumido jovem, geralmente, em até quatro anos da safra.
Sobre a Uva Ruchè
Ruchè é uma das variedades de uvas autóctones mais raras dentre as cultivadas na Região de Monferrato, no Piemonte.
Deriva, provavelmente, de uma videira trazida de Bologna por monges e plantadas vizinhas ao Monastério de San Rocco, que hoje não existe mais.
Os terrenos calcários, seco e com elevada exposição solar garantem um vinho de alta qualidade, mas de produção limitada.
No passado, o vinho produzido com Uvas Ruchè era para consumo familiar, mas devido a sua originalidade, está fazendo muito sucesso fora da Região de produção e também no exterior.
Saiba Mais
O vinho Ruchè é produzido em duas versões: seco e doce. O primeiro é adequado para acompanhar assados, carnes de caça e queijos; a versão doce é mais aconselhada como vinho de sobremesa.
O Ruchè di Castagnole Monferrato conseguiu reconhecimento DOC em 1987.
Mosaico de Fotos da Região
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Este vinho espumante doce, único no seu gênero, deriva da vinificação da Uva Moscato Bianco e seu maior centro de produção está na cidade de Canelli (Asti) no Piemonte.
Características
Uvas utilizadas: Moscato Bianco (100%).
Vinho espumante branco de cor amarela claro e aroma intenso.
Sabor doce e equilibrado.
Costuma apresentar teor alcoólico baixo (7,5 %).
Deve ser consumido muito jovem, de preferência de seis a oito meses.
Processo de Produção
A maioria dos vinhos Asti Spumante é feita utilizando o Método Charmat.
A grande diferença para os outros espumantes que usam este método está na segunda fermentação. Enquanto a maioria é feita a partir de um vinho branco seco, adicionando-se sacarose, o Asti é produzido de um vinho branco de Uvas Moscato Bianco, com praticamente metade do açúcar original da fruta para ser fermentado.
Como o vinho base para a re-fermentação já possui teor de açúcar natural, adiciona-se somente o levedo.
Para produzir um vinho doce e espumante, a segunda fermentação, é interrompida quando existe uma quantidade suficiente de CO2, mas com um residual de açúcar natural ainda elevado.
No final do processo, o Asti Spumante apresenta um teor alcoólico entre 7,5 e 9º e um teor de açúcar entre 7,5 e 9%.
Saiba Mais
O Asti Spumante possui DOCG desde 1967.
Na produção de espumantes aromáticos não é permitida a adição de xarope de dosagem e o teor alcoólico mínimo é de 6%.
Mosaico de Fotos da Região de Asti
Autora: Adriana Grasso
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O Verduno Pelaverga é um vinho tinto, de uma pequena região do Piemonte, que tinha tudo para desaparecer!
Suas pequenas videiras sempre ocuparam preciosos espaços entre as famosas e rentáveis Uvas Nebbiolo e Barbera.
Com o crescente movimento europeu para produzir vinhos com uvas nativas e de características diferentes, ele acabou despertando interesse, principalmente do mercado internacional. Para você ter uma idéia, hoje ele é mais consumido em Nova York do que em Milão.
O que motivou tanta curiosidade foram suas características muito peculiares:
. aromas inesperados, como: pimenta, especiarias, ervas balsâmicas e licor de cereja
. teor alcoólico alto, mas quase imperceptível pelo seu frescor
. não apresenta estrutura na boca, mas é agradável e fresco
. dizem que a Uva Pelaverga tem poderes afrodisíacos e existem várias histórias circulando sobre estes efeitos milagrosos
Resumindo, o Verduno Pelaverga possui características que não se assemelham a outros vinhos conhecidos!
Importante
O Verduno Pelaverga deve ser consumido preferencialmente jovem (até três anos da safra).
Nem sempre o vinho agrada...
É mais um dos típicos casos de amor ao primeiro gole ou rejeição.
Ele é recomendado para acompanhar pratos à base de peixes.
O Governo Italiano regulamentou o Verduno Pelaverga com Denominação de Origem Controlada em 1995. Até então ele era vendido como Vino da Tavola.
É um vinho de produção muito limitada e concentrada na mão de pouquíssimos produtores.
Vale à pena experimentar, mesmo que seja por curiosidade...
Autora: Adriana Grasso
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Marcadores: afrodisíaco, italiano, Piemonte, Verduno Pelaverga, vinho tinto

A Nebbiolo é sem dúvida a mais nobre das uvas da região do Piemonte. Seu nome deriva de “neblina”, seja porque a uva amadurece tarde (quando as colinas já estão com as primeiras neblinas do Outono) ou pela cor da uva (com tonalidades cinza que, no conjunto, também lembram a neblina). As primeiras notícias de seu cultivo nesta região vêm dos anos 300. A uva dá o melhor de si na produção de vinhos de grande corpo e estrutura que, durante o envelhecimento, conseguem complexidade e elegância.
Existem vários vinhos produzidos com Uva Nebbiolo, mas devido a legislação italiana para a nomenclatura dos mesmos, não é possível descobrir a uva utilizada somente lendo o rótulo, pois nele é obrigatório constar somente a região de produção.
Para você ter uma idéia, relacionei os vários tipos de vinhos do Piemonte com Regulamentação de Origem Controlada pelo governo italiano (DOC e DOCG) e que levam a Uva Nebbiolo em sua produção.
Não se assuste, pois a lista é grande...
Seguem os detalhes e a região de cada um dos tipos:
Este vinho tem regulamentada uma versão Rose, o Albugnano Rosato, com graduação alcoólica mínima de 11% e é aconselhado para acompanhar refeições mais leves.
Maiores detalhes sobre o Barbaresco DOCG podem ser obtidos na postagem do dia 30 de março de 2009, Barbaresco – Vinho Típico do Piemonte http://vinhositalianos.blogspot.com/2009/03/barbaresco-vinho-tipico-do-piemonte.html



Além da tipologia apresentada, existem outras possibilidades para o Canevese, como: Barbera, Bianco e Rosato.
Existem outras possibilidades para o Colline Novaresi, como: Barbera, Bianco, Bonarda, Croatina e Vespolina.
Existem outras possibilidades para o Colline Saluzzesi, como: Quaglian e Quagliano Spumante.
Além da tipologia apresentada, existem outras possibilidades para o Coste della Sesia, como: Bianco, Bonarda, Croatina, Rosato e Vespolina.

Maiores detalhes sobre o Gattinara DOCG podem ser obtidos na postagem do dia 12 de março de 2009, Gattinara – Vinho Típico do Piemonte http://vinhositalianos.blogspot.com/2009/03/gattinara-vinho-tipico-do-piemonte.html 

Além da tipologia apresentada, existem outras possibilidades regulamentadas para a região de Langhe, como: Arneis, Bianco, Chardonnay, Dolcetto, Favorita e Freisa.

Outras possibilidades regulamentadas para a região de Monferrato são: Bianco, Casalele, Chiaretto e Freisa.

Existem outras possibilidades regulamentadas para a região de Pinerolese, como: Barbera, Bonarda, Dolcetto, Doux D'Henry, Freisa, Rami e Rosato.
Outra possibilidade regulamentada para a região de Roero é o vinho branco produzido com uvas Arneis.
Autora: Adriana Grasso
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Marcadores: italiano, nebbiolo, Piemonte, uva, vinho tinto
A última vez que visitei Monferrato era Outono, já havia gostado, mas a magia da Primavera me deixou ainda mais encantada por esta Região do Piemonte.
Seguem algumas fotos.
Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br
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