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O Prosecco, antes de ser o nome de um vinho, é um tipo de uva que pode ser cultivada em qualquer parte do mundo, mas com resultados que não podem ser comparados àqueles da zona de Conegliano e Valdobbiadene, na região do Veneto, na Itália, onde esse vinhedo reina há pelo menos trezentos anos.

A origem da uva Prosecco é incerta. Para alguns, já era conhecida desde o tempo do Império Romano e usada para produzir um vinho chamado Pucino, que tanto agradava aos nobres. Outros argumentam que a variedade - conhecida como Glera - se originou perto da cidade de Trieste. A partir dali, foi levada para o oeste, na área dos montes Colli Euganei - onde foi chamada de Serprina - e depois se espalhou por todo o nordeste do Veneto, com o nome de Prosecco.

O Prosecco, como conhecemos hoje, é um espumante produzido pelo método charmat, no qual a segunda fermentação acontece em um curto espaço de tempo - entre três e seis meses - em autoclaves. Esse tipo de vinificação valoriza a elegância dos aromas e o frescor, e isso permite obter espumantes caracterizados pelos aromas das uvas que compõem o vinho base, que, no caso do Prosecco, são: Prosecco, Verdiso, Bianchetta e Perera. As três últimas entram na composição para ajudar a manter o equilíbrio do espumante. Sua cor é necessariamente amarela palha; o aroma é típico frutado e floreal; o sabor é fresco e equilibrado e o teor alcoólico é baixo (11%).

Os melhores Proseccos estão concentrados na zona que vai de Conegliano a Valdobbiadene e são classificados, atualmente, pelo governo italiano como DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Essas duas cidades estão localizadas ao norte do Rio Piave e ao Sul dos Alpes: Valdobbiadene fica nas frias colinas do oeste e Conegliano está situada no leste, perto do mar Adriático. As duas áreas são protegidas pelos Alpes, tornando o clima ideal para a produção da uva Prosecco.

Tipos de Prosecco de Conegliano e Valdobbiadene encontrados no mercado:

Valdobbiadene Millesimato
Produzido a partir de uvas de uma mesma safra especialmente selecionadas das vinhas localizadas em maiores altitudes e com boa exposição solar.

Conegliano Valdobbiadene Spumante Extra Dry
É o Prosecco clássico. Combina uma variedade de aromas, como maçã, pera e flores, com um sabor suave e fresco. Apesar do residual de açúcar, de 12 a 20 g/l, a acidez presente equilibra o espumante, deixando o sabor seco e agradável.

Conegliano Valdobbiadene Spumante Brut
É o Prosecco mais moderno e um grande sucesso internacional. Os aromas são cítricos, com leves notas de pão. O sabor é seco, vivo e persistente.

Conegliano Valdobbiadene Tranquilo
É a versão menos conhecida do Prosecco fora da zona de produção. É obtida a partir de uvas bem maduras, colhidas nos vinhedos mais antigos e de baixa produtividade. Não passa por um segundo processo de fermentação, pois o vinho não é espumante. Tem aroma de maçã, pera, amêndoas e mel. A estrutura é suave e persistente, com retrogosto ligeiramente amargo.

Conegliano Valdobbiadene Frizzante
É a versão mais fácil e imediata do Prosecco, produzido para agradar aos paladares mais jovens. Tem menos bolhinhas que os outros e é um vinho bem leve.

Cartizze
Produzido na subzona de Cartizze, uma pequena área de 107 hectares de vinhedos, localizada entre as íngremes Colinas de San Pietro Barbozza, Santo Stefano e Saccol, em Valdobbiadene. É um espumante diferenciado, feito com uvas Prosecco, que crescem num microclima muito particular, numa área de solo arenoso muito antigo, composto por elementos típicos de um leito marinho.

Essas condições possibilitam uma drenagem rápida e eficaz da água das chuvas e faz com que as vinhas se desenvolvam de forma equilibrada. Na subzona de Cartizze, a colheita da uva Prosecco ocorre mais tarde, quando estão bem maduras. Esta escolha irá conferir ao vinho uma concentração de aromas e sabores de intensidades incomuns.

Ele passa pelo mesmo processo de espumantização, mas antes de ser colocado à venda, permanecerá armazenado de 30 a 40 dias, em local escuro, dentro da cantina. O Prosecco Cartizze tem cor intensa, aroma amplo e complexo com notas de maçã, pera, abricó, cítricas, rosas e amêndoas. Seu sabor é agradável e persistente.

O Prosecco antes de ser o nome de um vinho é um tipo de Uva e como tal pode ser cultivada em qualquer parte do mundo, mas com resultados que não podem ser comparados a aqueles da zona de Conegliano e Valdobbiadene, onde este vinhedo reina há pelo menos trezentos anos.
A área do Prosecco Prosecco di Conegliano Valdobbiadene se localiza na faixa montanhosa entre as cidades de Conegliano, Valdobbiadene e Treviso, ao pé dos Alpes.
Para valorizar a elegância dos aromas e o frescor durante a espumantização do Prosecco é utilizado o Método Charmat, que permite obter espumantes caracterizados pelos aromas da Uva que compõem o vinho base.



Características
Uvas utilizadas: Prosecco, agora chamada de Glera, (mínimo 85%), Verdiso e/ou Perera e/ou Bianchetta (máximo 15%)
Vinho espumante branco de cor amarela palha. Seu aroma é típico frutado e floreal.
O sabor é fresco e equilibrado.
Costuma apresentar teor alcoólico baixo (11 %).
Pode ser consumido entre um e dois anos (no máximo).

O Prosecco é um espumante produzido pelo Método Charmat, a partir de um vinho branco base com as Uvas citadas, onde a segunda fermentação acontece em um curto espaço de tempo, entre três e seis meses, em Autoclaves. Dependendo da quantidade final de açúcar no Prosecco, ele poderá ser classificado como:
EXTRA BRUT - menos de 6 g/l
BRUT - menos de 15 g/l
EXTRA DRY - de 12 a 20 g/l
DRY - de 17 a 25 g/l

Tipologia

Valdobbiadene Millesimato



Produzido a partir de uvas de uma mesma safra especialmente selecionadas das vinhas localizadas em maiores altitudes e com boa exposição solar.
É encontrado na versão Extra Dry, com residual de açúcar entre 12 e 20 g por litro e Brut, com no máximo 15 g de residual de açúcar por litro de vinho.

ConeglianoValdobbiadene Spumante Extra Dry



É o Prosecco “clássico”. Ele combina uma variedade de aromas como maça, pêra e flores, com um sabor suave e fresco.
Apesar do residual de açúcar, de 12 a 20 g por litro, a acidez presente equilibra o espumante deixando o sabor seco e agradável.

ConeglianoValdobbiadene Spumante Brut



É o Prosecco mais moderno e um grande sucesso internacional.
Os aromas são cítricos e apresenta leves notas de pão. O sabor é seco, vivo e persistente.

ConeglianoValdobbiadene Tranquillo



É a versão menos conhecida do Prosecco, fora da zona de produção. É obtido a partir de uvas bem maduras colhidas nos vinhedos mais antigos e de baixa produtividade.
Durante os primeiros dias de fermentação a casca da uva é deixada para enriquecer a estrutura do vinho.
Esta versão não passa por um segundo processo de fermentação, pois o vinho não é espumante.
Possui aroma de maça, pêra, amêndoas e mel. A estrutura é suave e persistente com retro-gosto ligeiramente amargo.

ConeglianoValdobbiadene Frizzante



É a versão mais fácil e imediata do Prosecco. Produzido para agradar aos paladares mais jovens.
Ele pode ser encontrado na versão Sur Lie, onde a segunda fermentação é feita na própria garrafa, mas durante um curto período de tempo, ou em Autoclave, como os outros tipos de Prosecco espumantes.
É um vinho bem leve.

Sobre a Uva Prosecco
O Prosecco é a uva que garante a estrutura básica deste vinho de Conegliano-Valdobbiadene.
Sua origem é incerta, para alguns, ele já era conhecido desde o tempo do Império Romano com o nome de Pucino, do qual se obtinha um vinho muito apreciado pela imperatriz Livia Augusta.
A partir do século XIX, com a fundação da escola de Viticultura e Enologia e da Estação Experimental para a Viticultura, na região, os estudos sobre o Prosecco se desenvolveram bastante promovendo a sua difusão em toda a área.
O Prosecco é um vinho de estrutura rica, mas outras variedades nativas, como Verdiso, Bianchetta e Perera, ajudam a manter o equilíbrio organoléptico deste espumante.

Diferença entre Prosecco e Champagne
São muitas as diferenças entre eles. O Prosecco é produzido com Uva Prosecco enquanto o Champagne usa, geralmente, Uvas Chardonnay e Pinot Noir.
A segunda fermentação do Prosecco acontece em grandes autoclaves e dura entre três e seis meses, enquanto a do Champagne é feita na garrafa e leva, geralmente, mais de dois anos.
O Prosecco deve ser consumido muito jovem. O Champagne tem uma vida mais longa, geralmente de cinco anos, mas algumas safras especiais, se conservadas corretamente, podem ser consumidas sem problema após 20 ou 30 anos.
Outra diferença muito importante é a terminologia: só se pode chamar de Champagne os vinhos espumantes produzidos conforme a especificação dentro da região que leva este mesmo nome na França.

Saiba Mais
O Prosecco di Conegliano Valdobbiadene passou para DOCG este ano, mas ele possuía regulamentação DOC desde 1969.

Mosaico de Fotos da Região



Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br

Para muitas pessoas o Bardolino traz como recordação férias no Lago de Garda: a vista para o lago, um restaurante especializado em peixes e este vinho tinto, leve, brilhante, muito refrescante e perfumado.
As uvas são praticamente as mesmas usadas na produção do Valpolicella: Corvina, Rondinella e Molinara, mas a região de cultivo confere uma grande diferença entre eles. Os vinhedos do Bardolino ficam muito próximos do lago e de grandes cadeias de montanhas. O resultado é um vinho mais leve e frutado que o Valpolicella.



Características do Bardolino Rosso
Uvas utilizadas: Corvina (35-65%), Rondinella (10-40%), Molinara (10-20%), Negrara (0-10%) eventualmente Barbera e/ou Rossignola e/ou Sangiovese e/ou Garganega (0-10%)
Vinho tinto de cor vermelha rubi, tendendo às vezes a cereja. O aroma é muito delicado e o sabor é seco, ligeiramente amargo, mas equilibrado e sutil.
Apresenta teor alcoólico baixo (10,5-11,5%)
Deve ser consumido muito jovem, de 1 a 3 anos da safra, dependendo do tipo.

Saiba Mais
Existem vários tipos de Bardolino regulamentados pelo Ministério da Agricultura italiano, são eles:


. Bardolino DOC Classico – produzido na mais antiga área de tradição que compreende a totalidade do território dos municípios de Bardolino e Garda, e parte de Soave, Veronese Cavaion, Costermano e Affi.



. Bardolino DOC – vinho com as características citadas acima.


. Bardolino DOCG Superiore – passa por um período de envelhecimento de um ano antes de ser comercializado e a graduação alcoólica mínima deve ser 11,5%.


. Bardolino DOC Chiaretto – obtido da vinificação em rose, isto é, com a utilização das cascas das uvas durante um curto período da fermentação.


. Bardolino DOC Chiaretto Spumante - é a versão rose, que passa por uma segunda fermentação pelo método Charmat, o mesmo do Prosecco.


. Bardolino DOC Novello – vinho com as características especificadas para o Bardolino Rosso, mas engarrafado antes de 31 de dezembro da colheita das uvas. Deve ser consumido muito jovem, de preferência de três a seis meses.

Mosaico de Fotos da Região de Bardolino



Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br

Quem estiver na Itália, até o dia 21 de junho de 2009, poderá aproveitar a 14ª. Edição da Primavera del Prosecco, um verdadeiro tour eno-gastronômico com produtos típicos da Região do Veneto que vai de Valdobbiadene até a Costa do Adriático. É também uma ótima oportunidade para conhecer antigos castelos, mosteiros e belas vinhas.



Para este ano foram programados 20 grandes eventos.
Alguns já ocorreram, mas até o final do período ainda teremos alguns interessantes, como:

7° Mostra Cartizze e Valdobbiadene DOC – de 17 de Abril a 3 de Maio de 2009 em San Giovanni, uma pequena vila no município de Valdobbiadene, na casa paroquial, ao lado do campo desportivo.

40° Mostra Prosecco DOC - de 18 de Abril a 3 de Maio de 2009 no município de Refrontolo, onde, além do Prosecco, é possível degustar vinhos produzidos com uvas secas de Prosecco e de Verdiso. O evento ocorre dentro da Villa Spada.

31° Mostra del Prosecco DOC - de 18 de Abril a 3 de Maio de 2009 no município de Miane, que oferece uma gama de vinhos do Treviso, como Prosecco, Cartizze, Verdiso, Colli di Conegliano e Refrontolo Passito, além de noites gastronômicas temáticas.

18° Mostra Cartizze e Valdobbiadene DOC - de 24 de Abril a 3 Maggio 2009 em Saccol. Neste período é possível visitar vinhedos, saborear antigas receitas e conhecer, além do vinho, a cultura e as tradições ligadas ao local.

10° Mostra dei Vini e delle Grappe “Città di Vittorio Veneto – il Vino e l’Arte” – de 8 a 24 de Maio de 2009 (às sextas, sábados e domingos) em Vittorio Veneto. A Exposição é uma vitrine para os vinhos espumantes, frisantes, brancos, tintos e de uvas passas e uma oportunidade para aprofundar os conhecimentos em arte visitando à Galleria Civica d'Arte Medieval, Moderna e Contemporânea "Vittorio Emanuele II" que fica no mesmo local do evento.

1° Mostra del Prosecco di Conegliano e Valdobbiadene – de 15 a 24 de Maio de 2009 (às sextas, sábados e domingos) em Conegliano. Este ano, a cidade de Conegliano quis prestigiar o evento fazendo uma exposição própria, que ocorrerá na Enoteca da Escola Enológica.

38° Mostra dei Vini di Collina - de 30 de Maio a 14 de Junho de 2009 em San Pietro di Feletto. A exposição apresenta os principais produtores de San Pietro e adjacências e ocorre no mosteiro Camaldolesi.

Galeria de Fotos

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Fonte: http://www.primaveraprosecco.it/

Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br



Características
Uvas utilizadas: obrigatoriamente - corvina veronese, rondinella e molinara.
Técnica de Vinificação: antes do processo de fermentação, as uvas passam por uma secagem em armazéns especiais por aproximadamente 3 meses, com isso, elas ficam parecidas a uvas-passas, ou seja, com pouca água e alta concentração de açúcar.
Vinho tinto com cor vermelha rubi intensa, tendendo ao granada com o envelhecimento; aroma de frutas maduras (cereja), frutas em compota e toques herbáceos.
O sabor é aveludado, de corpo intenso e harmonioso.
Teor alcoólico alto (mínimo 14 %).
Vinho com capacidade para envelhecimento (mais de 20 anos da safra).

Cuidado
Não se confunda com o nome: Amarone não quer dizer amargo. Devido à alta concentração de açúcar das uvas-passas usadas em sua produção, o vinho pode ter um pequeno residual de açúcar, tornando-se muito agradável ao palato, apesar de seu alto teor alcoólico.

Importante
O Amarone é produzido com as mesmas uvas do vinho Valpolicella. Os grandes diferenciais são: o processo de secagem antes da vinificação (em lugares parecidos com os mostrados abaixo) e o envelhecimento.





Regulamentação
Denominação:
Amarone della Valpolicella DOC
Data de início: 21/08/ 1968
Zona: Valpolicella Classica; Negrar, Marano, Fumane, Sant’Ambrogio e San Pietro in Cariano. Mais a leste em Val Pantena, Val Tramigna, Val d’Illasi e Val di Mezzane
Uvas: Corvina Veronese + Corvinone = de 40 a 80% (máximo 50% de Corvinone); Rondinella = de 5 a 30%; outras uvas escuras = máximo 15% do total (10% por tipo de uva)
Índice Mínimo de Álcool: 14%
Produtividade Máxima dos Vinhedos: 70.000 kg/ha
Envelhecimento Mínimo: 25 meses.

Melhores Safras (nos últimos anos)
- 2005 (ótima, ainda nova para consumo)
- 2004 (ótima, ainda nova para consumo)
- 2003 (ótima, ainda nova para consumo)
- 2000 (ótima)
- 1998 (ótima)
- 1997 (excepcional)

Vinhos à Venda no Brasil
O meu favorito era o Amarone da Villa Spinosa. Ele surpreendia muitos especialistas (o Ed Motta era um entusiasta deste vinho), mas deixou de ser importado.
Um clássico é o Amarone, do produtor Allegrini, trazido atualmente pela Grand Cru.

Links
Importadora Grand Cru: http://www.grandcru.com.br/
Produtor Allegrini: http://www.allegrini.it/
Produtor Villa Spinosa: http://www.villaspinosa.it/

Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br



Características
Uvas utilizadas: Cabernet franc, Cabernet sauvignon, Merlot e/ou Marzemino.
Vinho tinto de cor vermelha tendendo ao granada. Aroma agradável, levemente herbáceo, tormando-se mais intenso com o envelhecimento.
O sabor é seco, harmonioso, frutado, cheio de corpo e com taninos na medida certa.
Costumam apresentar teor alcoólico médio (13%).
O período mínimo para envelhecimento, antes de ser colocado à venda, é de 2 anos, destes 6 meses em tonéis de madeira.
Este vinho tem capacidade para envelhecimento (mais de 10 anos da safra).

Vinhos à Venda no Brasil
O meu preferido é o Colli di Conegliano Rosso DOC “Ser Bele” Sorelle Bronca. A safra de 2005 ganhou 3 bicchieri no Gambero Rosso de 2009 (premiação máxima para um vinho). Ele não chega ao Brasil há alguns anos. Espero que as importadoras voltem a trazê-lo, bem como os outros excelentes vinhos da produtora Sorelle Bronca...

Saiba Mais
O Colli di Conegliano Rosso possui DOC desde 1993. Na mesma regulamentação também está descrita a norma para Colli di Conegliano Bianco (vinho branco,) produzido com pinot bianco e/ou chardonnay e sauvignon e/ou riesling renano, e para Colli di Conegliano.

Sobre a Produtora Sorelle Bronca
Tive o prazer de conhecer as irmãs Bronca em 2003. Na ocasião, fiz uma visita à cantina, que fica em Colbertaldo di Vidor, na via Martiri, 20.
Fui recebida pelas irmãs Antonella e Erselina Bronca e por Elisa, filha de Erselina, enóloga formada em Pavia.



Elas me explicaram todo o processo de produção do prosecco e acompanhei o engarrafamento do Prosecco di Valdobbiadene DOC Spumante Brut.



Degustei, naquela manhã, Prosecco di Valdobbiadene: Brut, Extra Dry e “Particella 68”, o mais prestigiado da produtora, com uvas oriundas de um vinhedo muito especial.
Depois passamos para o branco: Colli di Conegliano Bianco DOC "Delico", o tinto: Colli Trevigiani Rosso I.G.T “Ardesco” e fechamos com chave de ouro com o Colli di Conegliano Rosso DOC “Ser Bele”.
Saí de lá muito impressionada com o cuidado e com a paixão do trabalho produzido por aquelas mulheres. Em 2005, conheci Piero, marido de Antonella, que trabalhava na divulgação do “Ser Bele”. Dava para perceber o carinho especial que ele tinha por aquele vinho (seus olhos brilhavam enquanto ele falava dos progressos). Fiquei satisfeita em saber que tanto esforço está sendo recompensado!

Links
Produtor Sorelle Bronca: http://www.sorellebronca.it/

Autora: Adriana Grasso
Contato: adriana.grasso@uol.com.br


 

Vinhos Italianos por Adriana Grasso